O que significa gerenciar ergonomia na nuvem
Gestão de ergonomia na nuvem significa que todos os dados do programa, avaliações, inventário de riscos, planos de ação e documentos, ficam armazenados em servidores remotos e acessíveis de qualquer dispositivo com internet, em vez de ficarem salvos em computadores locais da empresa.
Na prática, isso muda a dinâmica de trabalho em pontos essenciais: múltiplos ergonomistas podem trabalhar simultaneamente sem conflito de versões, um gestor em São Paulo pode acompanhar o andamento de avaliações em Manaus em tempo real, e um documento solicitado em uma fiscalização pode ser acessado em segundos de qualquer dispositivo.
O que a nuvem resolve que infraestrutura local não resolve
Acesso remoto e mobile
O ergonomista acessa o sistema de qualquer dispositivo, incluindo smartphone no campo. Dados coletados em uma visita ficam disponíveis para toda a equipe em tempo real.
Colaboração sem conflito de versões
Múltiplos usuários podem trabalhar simultaneamente no mesmo inventário de riscos ou plano de ação, com todas as alterações registradas e consolidadas automaticamente.
Backup automático e contínuo
Dados armazenados na nuvem têm backup automático e replicação em múltiplos servidores. O risco de perda por falha de hardware local é eliminado.
Escalabilidade sem infraestrutura
Adicionar novas unidades, novos usuários ou aumentar o volume de dados não exige investimento em servidores ou infraestrutura de TI da empresa.
Disponibilidade para fiscalizações
Em uma fiscalização, o responsável acessa todos os documentos do PGR ergonômico de qualquer dispositivo, sem depender do computador específico onde os arquivos estão salvos.
Atualizações automáticas
O sistema é atualizado pelo fornecedor sem necessidade de intervenção da TI da empresa. Quando a norma muda, a atualização chega a todos os usuários simultaneamente.
Segurança de dados na nuvem para ergonomia
Uma preocupação frequente com a nuvem é a segurança dos dados. Para sistemas de ergonomia, os pontos relevantes são:
- Criptografia em trânsito e em repouso: dados transmitidos entre o dispositivo do usuário e o servidor, e dados armazenados, devem ser criptografados. Verifique se o fornecedor usa protocolos padrão de mercado (TLS para transmissão, AES para armazenamento).
- Controle de acesso por perfil: diferentes usuários devem ter níveis de acesso diferentes. Um ergonomista externo não precisa ter acesso aos dados de todas as unidades da empresa.
- Localização dos servidores: para dados de trabalhadores brasileiros, servidores no Brasil ou com aplicação da LGPD é um critério relevante.
- Portabilidade dos dados: ao encerrar o contrato, a empresa deve conseguir exportar todos os seus dados em formato utilizável. Verifique isso antes de contratar.
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